O caso Binance agora tem endereço fixo: cgbr.net/caso-binance reúne os 11 posts que publicamos sobre o maior roubo da história cripto, em ordem de data.
A ideia é simples. A história tem seis dias, 11 matérias e dezenas de números. Se você ainda não está por dentro, então pegue um balde de pipoca e vamos a obra.
O que tem na página
- Linha do tempo de 28 de outubro a 3 de novembro, com link para cada matéria;
- O que já se sabe sobre o rastro do dinheiro e a atribuição à Coreia do Norte;
- O que ainda falta: quanto segue recuperável e o que muda na regra.
A história em seis dias
Em 28 de outubro a Binance pediu licença ao Banco Central do Brasil. No dia seguinte, perdeu US$ 6,34 bilhões: 18.270 BTC, 970,5 mil SOL, 233,46 milhões de XRP e 44,2 milhões de OP.
Em 30 de outubro o mercado descobriu. Em 31, a exchange já tinha reposto 90% e o FBI apontava o grupo TraderTraitor. Em 1º de novembro os saques voltaram, e US$ 3,64 bilhões saíram em poucas horas.
O capítulo mais recente é o mais revelador: o relatório preliminar mostra que tudo começou com uma entrevista de emprego falsa, um instalador de desenvolvimento adulterado e a ferramenta interna de IA da própria exchange usada contra ela.
Dossiê visual
Para quem quer o resumo em uma tela, a página abre com esta cronologia ilustrada:

Por que a gente fez isso
Notícia grande em série tem um problema: o leitor que chega no quinto texto não sabe o que aconteceu nos quatro primeiros. A página resolve isso sem repetir tudo em cada matéria.
É também a nossa aposta de formato. Em vez de só empilhar posts, damos um endereço para o assunto, que continua valendo quando a notícia esfria.
Conclusão
A saga da Binance ainda não acabou: falta saber quanto do dinheiro será recuperado e que regra nova vai sair disso. A página vai sendo atualizada conforme os fatos chegam.
Se você quer acompanhar, o endereço é cgbr.net/caso-binance. E, se ainda não fez, dá para adicionar o CGBR nas suas fontes no Google.
Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptoativos envolvem alto risco.
Fonte da apuração: CGBR.NET, caso Binance, com base no relatório preliminar divulgado pela Binance em 3 de novembro.
